Atenção, insones resolutos. Uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou, depois de 15 anos de estudos, os malefícios das noites mal dormidas no organismo humano.

De acordo com os dados obtidos nas extensas pesquisas sobre privação de sono, descobriu-se que as famosas oito horas de sono são uma média aceitável, mas a necessidade de sono dos indivíduos varia conforme a idade. Descobrir quantas horas de sono são necessárias não é difícil: é so notar com que humor se acorda. Quanto pior o humor, mais a privação de sono terá efeitos deletérios.
A falta de uma boa noite de sono estimula o hormônio que dá fome e diminui o hormônio que causa sensação de saciedade. Resultado: quem dorme pouco tem mais gordura no organismo. Falta de sono reparador afeta a memória e a capacidade de concentração.

Um dado que foi criteriosamente estudado é a relação entre disfunções eréteis e privação de sono. Homens que sofrem de apneia do sono (interrupção da respiração durante o repouso) geralmente sofre de algum grau de falta de ereção, grau que aumenta em faixas etárias mais avançadas.
Falta de sono adequado também envelhece. Jovens que não dormem direito sentem-se como se estivessem com 60 anos de repente. O dano que uma noite mal dormida faz ao sistema imunolõgico também não pode ser desprezado.

Quem tem problemas de insônia ou vive em um ambiente com estímulos luminosos e sensoriais intensos deve verificar o que acontece e procurar um médico. Automedicação nestes casos é PERIGOSÍSSIMO.
Com notas do Estadão.com.
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